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Blog de planetadosanimais
 


Dia 04 de Outubro - Dia Mundial dos Animais



Escrito por planetadosanimais às 08h30
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O assunto no momento é LEISHMANIOSE

Leishmaniose Visceral é uma doença causada pelo protozoário leishmania infantum transmitida pela picada do mosquito palha para o homem, cão, gato, rato, raposa, gambá, entre outros. A maior parte dos cães infectados ficam assintomáticos por períodos variáveis de tempo, de acordo com sua resposta imunitária. Os sinais clínicos no cão são variáveis e inespecíficos e podem imitar qualquer doença. Os sinais mais comuns são problemas de pele, oftálmicos, emagrecimento, aumento das unhas, anemia e insuficiência renal. O diagnóstico final é feito por exame parasitológico, ou seja, visualização do parasito diretamente ou por meio de detecção molecular do mesmo. Os testes sorológicos podem ser usados como triagem e somente são confirmatórios quando apresentam títulos altos, estes exames confirmam infecção e não doença. Os animais tratados devem ser acompanhados por toda vida, além de usarem repelentes constantemente. Para os animais não infectados devem-se preconizar métodos preventivos, como vacinas e repelentes que reduzem o contato cão-vetor. Em janeiro de 2013 a Portaria Interministerial do Ministério da Saúde 1426/2008 que proibe o tratamento de cães com leishmaniose, caiu. A  portaria não permitia usar em cães doentes as mesmas drogas utilizadas para tratar os seres humanos com leishmaniose. A decisão é federal e afirma: “A Portaria 1426 é ilegal, porquanto extrapola os limites tanto da legislação que regulamenta a garantia do livre exercício da profissão de médico veterinário, como das leis protetivas do meio ambiente, em especial da fauna. A lei 9605/98 no artigo 32 diz que se você vê um cachorro doente, minguando, e não faz nada, é crime. (Dr. Paulo Tabanez, médico veterinário infectologista e diretor do Hospital Veterinário Prontovet - DF e membro fundador do Brasileileish)

O que existe de polêmico na questão da leishmaniose é que o cão torna-se um reservatório da doença, ou seja, se um mosquito palha picar o cão ele vai levar o sangue contaminado até um ser humano e transmitir a doença. O que dizer então do mosquito, que sem se aproximar de qualquer cão, pica o ser humano e transmite diretamente a doença? Portanto o combate ao mosquito é essencial. Não adianta exterminar um cão porque está doente se existem milhares de mosquitos levando a doença diretamente ao ser humano. Temos sim que proteger os cães dos mosquitos usando coleiras apropriadas e repelentes. A ignorância sobre o tema é tão grande, que o Brasil é um dos poucos países que não dispõe de medicações apropriadas para o tratamento da doença, sendo necessário agora, com a queda da portaria 1426, o uso de medicação humana para tratar. Outros países colocam a disposição, além dos medicamentos de uso veterinário, ração especial nas lojas, para cães com leishmaniose.
Criou-se um clima de terror a respeito da doença porque a leishmaniose não tem cura e pode se tornar fatal se o paciente não tratar. O que não é explicado é que a doença pode ser controlada, tanto em humanos como em animais. Ela pode ser tratada. Uma pessoa com leishmaniose pode conviver com a doença por toda vida sem saber que está doente, a não ser que apresente uma queda imunológica e apareçam os sintomas. Em regiões do Mato Grosso onde o mosquito palha é predominante, as pessoas convivem com a leishmaniose normalmente. Utilizaram a eutanásia em cães como forma de controle, e no entanto o número de casos da doença aumentou. Está mais do que comprovado que eutanasiar os cães não resolve o problema, mas o combate ao mosquito sim. Que fique claro que o contato, a lambida ou a mordida do cão, não transmite a doença. Ao contrário do mosquito da dengue, o mosquito palha não se reproduz na água, mas em resíduos sólidos, como fezes e lixo. Enquanto não existir neste país um treinamento de agentes capazes, uso de drogas capazes, para combater o mosquito, o que tem que existir é a conscientização da população: o comprometimento do dono no tratamento ao seu animal, que deverá ser monitorado por toda vida, com medicação e uso de coleira e repelentes, a higiene na limpeza dos quintais, cuidados para evitar acúmulo de lixos em terrenos abandonados. Se for preciso, fiscalização e multa.

O IPAN/BM é contra o método da eutanásia em cães com leishmaniose. O exame a ser feito não é um simples exame sorológico, e sim o exame da punção da medula óssea, que é o único seguro. Cuidado, exame sorológico de teste rápido, assim como exame clínico, pode muitas vezes confundir a doença. Se o seu cão for diagnosticado com leishmaniose pelo exame da punção da medula, a decisão de eutanasiar ou deixá-lo viver oferecendo o tratamento, é somente sua. Se precisar de orientação entre em contato com quem realmente tem conhecimento, como o Dr Paulo Tabanez, pelo email: pctabanez@uol.com.br , ou mesmo através dos artigos escritos por ele na Internet.



Escrito por planetadosanimais às 08h41
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Amor de mãe é o maior amor do mundo seja entre humanos ou animais.

E a presença de Deus ilumina essa união.

Feliz Dia das Mães a todas as mamães do mundo!

 

 

 



Escrito por planetadosanimais às 07h06
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Escrito por planetadosanimais às 19h33
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 Não dê coelhos de presente na Páscoa

.Coelhos vivem entre oito e dez anos, o que torna a adoção um compromisso de longo prazo. Eles exigem cuidados veterinários regulares, muitas vezes, de especialistas, que podem custar caro.

• Crianças, muitas vezes, querem um coelho para pegar no colo e fazer carinho. Porém, por natureza, a última coisa que um coelho quer é ser apanhado. Coelhos são animais de presas e apanhá-los ou segurá-los no colo, pode lhes dar a sensação de terem sido capturados por um predador. Por isso, eles podem morder e arranhar fortemente na tentativa de se soltar, ferindo crianças e adultos desavisados.

• As costas de um coelho são muito frágeis e uma pequena queda pode lhe causar sérios ferimentos. Por isso, coelhos não são aconselhados para crianças menores de oito ou nove anos.

• Coelhos gostam de roer coisas. Cabos e fios espalhados pela casa serão certamente alvo de seus dentes, podendo trazer prejuízos financeiros, além do risco de morte dos mesmos pela eletricidade.

• Coelhos não vivem bem isolados de outros coelhos. Tornam-se tristes e deprimidos. O ideal para uma família que resolva criar um, é dar lhe um companheiro e bastante espaço.

• A reprodução de um coelho é muito rápida. Sua puberdade ocorre aos 120 dias de vida e sua gestação tem duração de apenas 28 dias. Em uma única ninhada, nascem de 7 a 12 filhotes e a fêmea volta a entrar no cio 14 dias após o parto.

• Como todo animal, o coelho precisa de comida e água, mas feno é importante para eles também.

• Coelhos, como pessoas, não gostam de gaiolas e ficam deprimidos quando são obrigados a viver em uma.

Por tudo isso, pense muito bem antes de comprar um coelho para seus filhos ou para si. Lembre-se que você estará assumindo a responsabilidade por uma vida, que sempre será dependente de você.

OBS: Fonte: https://www.facebook.com/CantinhoAnimal.



Escrito por planetadosanimais às 06h48
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CARNAVAL - Folia ou viagem?

DICAS para você que tem bichos de estimação.

Se você pretende passar o carnaval na folia, nada de levar seu bicho de estimação para o meio da multidão. O calor e o barulho estressam os animais. Melhor mesmo é deixá-lo no seu cantinho sossegado. Mas se você fizer a festa em casa e quiser fantasiar seu bichinho, tenha cuidado, use fantasias leves, sem muitos adereços, ou ele pode sofrer com o calor e passar mal. Se ele recusar a fantasia, não forçe, respeite, é sinal que ele está incomodado. Cuidado com tinturas, existem tinturas apropriadas vendidas em pet shops, assim como os esmaltes, ou seu amigo poderá sofrer reações alérgicas graves. Se for viajar e não puder levá-lo, encontre alguém que possa ir até sua casa todos os dias colocar a ração, trocar a água, limpar o local onde ele fica, e até mesmo levá-lo com guia e coleira para dar um passeio nos horários menos quentes, de preferência na parte da manhã (não esqueça de recomendar o uso da sacolinha para recolher o cocô). Para contratar serviço de hospedagem veja com antecedência e procure informações sobre o hotel, se é realmente confiável.
Se preferir levar seu bicho de estimação com você na viagem, tome alguns cuidados. No carro é preciso usar transporte adequado como caixa de transporte ou cinto de segurança apropriados para animais. O Código de Trânsito Brasileiro prevê multas para o transporte errado de animais. A legislação diz também que o bichinho nunca pode ir na parte externa do veículo, portanto se o seu cachorro adora colocar a cabeça para fora da janela, saiba que você pode levar uma multa. Também não pode ir na cabine de caminhonetes, isso é considerado infração grave. Se o animal andar solto dentro do veículo e tirar a atenção de quem dirige, o motorista também pode ser multado. Não se esqueça de parar a cada uma hora para que ele caminhe, beba água e faça xixi ( coleira e guia). Identifique sempre colocando nome e telefone na coleira.



Escrito por planetadosanimais às 20h35
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Fogos - Cuidado com seus animais de estimação.

Pessoal, o fim de ano está chegando, e os fogos também. Cuidado com seus bichos de estimação. A coleira com identificação é muito importante em qualquer época do ano, mas nesse período é essencial. Mantenham os portões e janelas fechados, coloque esconderijos dentro de casa para que eles se abriguem na hora dos fogos. Não os deixe presos em correntes porque podem se machucar ou se enforcar. Algodão no ouvido também é uma dica. Os animais de rua ficam muito assustados e correm o risco de serem atropelados, portanto dirija com cuidado e atenção para qualquer animal que atravessar na sua frente. O cuidado com a vida destes pequenos é uma grande responsabilidade e também uma forma de demonstrar nosso amor.



Escrito por planetadosanimais às 21h12
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10 dicas de segurança para donos de bicho no natal e ano novo

Donos de cães e gatos devem preparar a sua casa para o natal e o réveillon e para a chegada de convidados pensando em seus animais. Confira a seguir 10 dicas de segurança para você passar a época de festas tranquilo com seus animais de estimação.

Dica 1. Deixe sua árvore de Natal presa

Donos de cães e principalmente de gatos devem manter a sua árvore de Natal presa para evitar acidentes, já que ela é um ótimo convite para escaladas. Para prende-la você pode colocar um gancho na parede, passar um barbante na árvore e amarrá-la ao gancho. Outra alternativa é, como eu, desistir de árvores de Natal!

 

Dica 2. Tenha cuidado com fios elétricos

As luzes que enfeitam a nossa casa no Natal também podem ser perigosas para nossos animais de estimação. Dessa forma, mantenha-as fora do alcance dos cães e gatos, sendo uma alternativa para isso colocar os fios das luzes dentro de canaletas.

 

 

Dica 3. Use somente enfeites seguros para cães e gatos

Cães e principalmente gatos adoram brincar com tudo o que encontram pela frente. Portanto, procure evitar enfeites pequenos ou que são facilmente destruídos e ingeridos pelos bichos, uma vez que isto pode provocar uma obstrução gastrointestinal, o que pode levar a um quadro de vômitos e, em consequência, desidratação, podendo ser até necessário uma cirurgia para a retirada do material de dentro do seu animal. Enfeites quebráveis, como os de vidros também devem ser evitados.

 

Dica 4. Cuidado com velas acesas

Se você for enfeitar sua casa com velas e não quiser ficar vigiando-as, mantenha-as em um local fora do alcance dos seus animais para que eles não se queimem. Para os donos de gatos, este é um desafio um pouco maior, já que eles alcançam muitos locais da casa.

 

Dica 5. Deixe seu bicho em um ambiente tranquilo

Se você for receber pessoas em sua casa, isole um cômodo e mantenha seus animais nele. Muitos dos bichos, principalmente gatos, não gostam de pessoas estranhas e provavelmente irão preferir passar o natal e o réveillon dormindo tranquilamente. No caso do réveillon, é também muito importante manter seus animais em um ambiente protegido para que eles sofram menos com a queima dos fogos de artifício.

 

 

Dica 6. Mantenha comidas fora do alcance dos animais

Se o seu animal de estimação gosta de festa e for participar do seu natal ou réveillon procure deixar os alimentos, principalmente os doces, fora de seu alcance, além de pedir para que os convidados não dêem comida para ele. Muitas vezes estas comidas de festa não nos caem bem, imagine para os nossos bichos.

 

 

Dica 7. Mantenha as bebidas alcoólicas fora do alcance dos animais

Animais de estimação não devem ingerir bebidas alcoólicas, pois são prejudiciais a eles e podem inclusive levá-los à óbito. Dessa forma, mantenha as bebidas fora do alcance de seu cachorro ou gato e, mais uma vez, maior atenção aos gatos.

 

Dica 8. Mantenha os animais fora do alcance de convidados embriagados

Pessoas embriagadas podem se tornar um grande incomodo para o seu cachorro ou gato. Assim, com o avançar da festa, mesmo que o seu bicho esteja tranquilo no meio das pessoas, talvez seja interessante levá-lo para aquele quarto protegido.

 

Dica 9. Dê presentes próprios para os animais

Muitos donos gostam de presentear seu animais em datas como o natal. Caso você seja um destes donos, dê presentes que sejam próprios para os animais de estimação. Roupas e brinquedos de humanos são muitas vezes inadequados e até perigosos para os nossos cães e gatos. Além disso, hoje em dia são encontradas muitas opções próprias para animais de estimação.

 

Dica 10. Cuidado na escolha das plantas

Se você for decorar sua casa com plantas vivas ao invés das de plástico, tome cuidado para não escolher uma planta que seja tóxica para cães e gatos. Caso você não tenha certeza de que a planta não seja tóxica, deixa-a fora do alcance dos seus animais.

Seguindo estes e outros cuidados básicos, você e seus animais terão um natal e réveillon tranquilo e sem contratempos. Boas festas!

Fonte: http://www.meudonoeobicho.com.br/blog/10-dicas-de-seguranca-para-donos-de-bicho-no-natal-e-ano-novo

 



Escrito por planetadosanimais às 22h39
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CINOMOSE - ATENÇÃO PARA ESTA DOENÇA

O que é a cinomose?

A cinomose é uma doença que atinge especificamente os cães. O vírus tem um grau elevadíssimo de contágio, pois pode sobreviver nos ambientes - principalmente frios e secos – por um longo período de tempo. Já nos locais quentes e úmidos tem em média um mês de sobrevivência. Como é um vírus "invisível" a prevenção é a melhor forma de evitá-lo. A doença atinge vários órgãos do animal e, na maioria dos casos, leva à morte do cachorro.

Formas de prevenção

Há vacinas que protegem o pet dessa doença e, no geral, com 45 dias dias de vida ele deve tomar a primeira dose. Mais duas ou três doses são dadas enquanto filhote e depois disso, o reforço anual é essencial. Nunca aplique vacina sem que antes ele seja examinado por um profissional. Se o bichinho tiver qualquer coisa, como uma verminose grave por exemplo, que você nem notará a princípio. Isso já será suficiente para a vacina não ter o efeito esperado e o pet continuar desprotegido. Pessoas que tiveram um animal com cinomose em casa não devem ter outro cão por 6 meses. Além disso, devem lavar todo o local com água sanitária, para ajudar a diminuir a quantidade de vírus existente. Pratinhos, paninhos e caminhas não deve ser usados por outros cães. Vacine seu cão anualmente e previna!

Outra forma de prevenir a cinomose é evitar que o seu cachorrinho fique na rua em contato com outros animais antes de receber as doses para evitar a infecção.

O que é a cinomose

Os primeiros sintomas da doença

Há vários sinais clínicos da cinomose canina e nem todos os cães apresentam todos eles. No geral, o bichinho começa a ter secreção ocular, pústulas na barriga e no focinho e, em alguns casos, para de comer. Depois, começa a ficar cambaleante, não consegue andar em linha reta direito e começa a ter espasmos musculares, principalmente na perninha. Quando chega a essa fase, na qual o pet tem espasmos, é porque o vírus já chegou ao sistema nervoso, ou seja, o animal já está na pior fase
da doença.

Meu cão apresenta um desses sinais, o que faço?

Corra para o médico veterinário. Quanto antes a cinomose for diagnosticada e o tratamento começar, maior a chance dele viver. Nunca medique o seu animal em casa. Para tratar uma doença, é necessário saber qual é e, por isso, você precisa levar o bichinho ao médico dele que é o médico veterinário. Além disso, muitos remédios que são dados para bebês humanos e adultos, são extremamente tóxicos para o pet. Além de piorarem a situação, podem até matá-lo. Em alguns casos, quando o animal está tão ruim que chega a não conseguir comer, pode ser necessário interná-lo para colocar no soro e hidratá-lo. Os sinais de cinomose podem ser confundidos com várias outras doenças e, por isso, muitas vezes o médico veterinário poderá pedir um exame de laboratório para confirmar.

Qual é o tratamento para a cinomose?

Na verdade, um tratamento para a cinomose ainda está em fase de testes. O que pode ser feito é a confirmação do vírus por meio de exames solicitados pelo veterinário do seu cão. Os filhotes raramente conseguem se recuperar, pois o sistema imunológico do animalzinho ainda é muito frágil, sendo alta a taxa de mortalidade de cães nessa fase. Se a doença atacar o cachorro na fase adulta, as chances de sobreviver aumentam um pouquinho.

Não existe um remédio que mate o vírus diretamente. Quem terá que matar o vírus é o próprio organismo do bichinho. Para isso, a medicação dada visa ajuda-lo nessa tarefa. O que ele vai tomar? Depende. Cada fase da doença é tratada de uma maneira e sempre, de acordo com as condições físicas e com o histórico do animal. Vitaminas, antibióticos, anticorpos prontos entre outros medicamentos poderão ser administrados. Alguns terão que ser administrados pelo próprio médico veterinário, por serem injetáveis.

Há cura para cinomose?

Sim! Há cura. Embora ela seja difícil é possível. Depende muito da reação do animal, do tipo de tratamento que ele tem antes de contrair a doença, entre outros. Por exemplo, um animal bem alimentado, com uma boa ração, é mais saudável e acaba tento mais força para lutar contra o vírus. Muitos dos que sobrevivem, ficam com sinais neurológicos. São espasmos no músculo ou dificuldade de andar. Nesses casos, o tratamento com acupuntura pode ser um grande aliado para melhorar as sequelas.

Tratamento da cinomose através de células-tronco

Um tratamento com células-tronco, doada outros cães pode ser a cura para a cinomose. Esta técnica, que vem sendo desenvolvida no Centro Universitário Fundação de Ensino Octávio Basto situada na cidade de São João da Boa Vista (SP), vem obtendo resultados positivos. De acordo com reportagem da EPTV, uma cadelinha de apenas 3 anos, que ficou tetraplégica por causa da doença, conseguiu recuperar seus movimentos por causa do tratamento contra a cinomose.

Fonte: http://www.blupet.com.br/noticia/cinomose-cura-tratamento-e-sintomas



Escrito por planetadosanimais às 18h04
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O dia Mundial dos Animais é 04 de Outubro,

mas para as Ongs protetoras, todos os dias são dias dos animais.

Preserve, ame, respeite. Somos todos habitantes do mesmo planeta.



Escrito por planetadosanimais às 10h49
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Conheça os patrocinadores e apoiadores da Festa do Peão de Barretos 2014

Os mesmos de sempre.

 

Rodeios estão entre as práticas mais odiadas para aqueles que respeitam os animais. A Festa do Peão de Barretos é o símbolo maior desta atividade texana trazida para o Brasil e tida como tradição nacional.

Algumas empresas e marcas famosas patrocinam o maior rodeio do Brasil há anos. A marca que mais investe na Festa do Peão de Barretos é a cerveja Brahma. Além desta, há também a empresa de telefonia móvel Tim, o refrigerante Guaraná Antártica, a empresa de televisão por satélite Sky e o Conselho Nacional do SESI (Serviço Social da Indústria). Estes e outros logos que estampam a capa do site do evento deste ano.

Como apoiadores, estão a empresa de planos de saúde Unimed, a Rede Globo de Televisão, a rede de lanchonetes Bob’s, a rede de restaurantes e autopostos Graal e a Revista Isto É. Todas estas empresas, investindo dinheiro ou apenas apoiando, estão dando força a um evento que serve de referência para todos os outros rodeios que acontecem no Brasil.

Fonte: http://vista-se.com.br/conheca-os-patrocinadores-e-apoiadores-da-festa-do-peao-de-barretos-2014/

O Instituto Planeta dos Animais é contra essa prática cruel que submete animais a violência através de atos de crueldade que tornam-se diversão para um público sem consciência ou talvez um público que não tenha conhecimento ou acesso a informação do que realmente acontece aos animais num rodeio.

1 – Das modalidades abrangidas pelo rodeio e dos instrumentos utilizados

Quando se fala em rodeios, vêm à mente, em regra, imagens de sua forma mais conhecida e tradicional, qual seja, a montaria. No entanto, diversas outras práticas têm sido utilizadas.

O denominado “circuito de rodeio completo” costuma conter, com algumas variações[2]:

a) calf roping: impiedosamente, são laçados bezerro de tenra idade – com apenas 40 (quarenta) dias de vida – prática que causa lesões e até mortes nos animais; o bezerro, ao ser laçado, é tracionado no sentido contrário ao qual corria; na seqüência, é erguido pelo peão e atirado violentamente ao solo, sendo três de suas patas amarradas; como a contagem de tempo conta pontos, os movimentos são bruscos, levando a sérios lesionamentos;

b) team roping: trata-se da chama “laçada dupla”, na qual um peão laça a cabeça de um garrote, enquanto outro laça as pernas traseiras; na seqüência, o animal é literalmente “esticado”, o que ocasiona danos na coluna vertebral e lesões orgânicas;

c) bulldogging: com o cavalo em galope, o peão dele se atira sobre a cabeça de garrote em movimento, o agarra pelos chifres e torce violentamente seu pescoço; há, assim, deslocamento de vértebras, rupturas musculares e lesões advindas do impacto na coluna vertebral;

d) vaquejadas: dois peões, em cavalos à galope, cercam garrote em fuga; um dos peões traciona e torce a cauda do animal – que pode até ser arrancada – até que este tombe, ocasionando fraturas e comprometimento da medula espinha;

e) montarias: divididas nas sub-modalidades “montaria cutiana”, “bareback” e “sela americana”, consistem em montar o peão animal (eqüino, bovino ou muar) e sobre ele se manter enquanto salta, sendo comum o uso de esporas, sedém, sinos, peiteiras e choques elétricos, instrumentos utilizados para deixar o animal assustado e nervoso, bem como para submetê-lo a dor, o que faz com que corcoveie.

No que tange aos instrumentos utilizados, destaca-se, em primeiro plano, o sedém que, como a própria definição revela, é um “cilício de cerdas ásperas e mortificadoras”

“A utilização de sedém, peiteiras, choques elétricos ou mecânicos e esporas gera estímulos que produzem dor física nos animais, em intensidade correspondente à intensidade dos estímulos. Além de dor física, esse estímulos causam também sofrimento mental aos animais, uma vez que eles têm capacidade neuropsíquica de avaliar que esses estímulos lhes são agressivos, ou seja, perigosos à sua integridade”

“O sedém é aplicado na região da virilha, bastante sensível já por ser de pele fina mas, principalmente, por ser área de localização de órgãos genitais. No caso dos bovinos, o sedém passa sobre o pênis e, nos cavalos, pelo menos compromete a porção mais anterior do prepúcio. (…) Quanto à possibilidade de produção de dor física pelo uso do sedém, a identidade de organização das vias neurais da dor no ser humano e nos animais é bastante sugestiva de que eles sintam,sim, dor física. O contrário é que não se pode dizer, isto é, nada existe, em ciência, que prove que os animais não sentem dor com tal procedimento”

Leia mais: http://jus.com.br/artigos/21812/os-rodeios-e-a-jurisprudencia-paulista-sobre-as-praticas-que-submetem-animais-a-crueldade#ixzz3BXuLPwQd

 



Escrito por planetadosanimais às 21h02
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FESTIVAL DE TORTAS DO IPAN

Nosso Festival de Tortas, sábado, na Praça da Matriz foi um sucesso! Agradecemos a Secretaria de Ordem Pública de Barra Mansa pelo espaço. Aos comerciantes que contribuiram conosco doando tortas, pães e refrigerantes: Padaria Big Pão no Ano Bom, Padaria Triunfal, Supermercados Beira Rio, Padaria Celeste do Ano Bom, Buffet do Zé Roberto, e Mariléia, Chiquinho e Juliana da Lanchonete Sabor e Vida no Ano Bom.  Agradecemos também aos parceiros de sempre por toda ajuda, em especial, a Dra Rafaela e sua mãe, a Oneida, a Mônica Torres, Renata Fernaine, a Camila, Jéssica, Flor de Liz, Yuri, Luciana, aos funcionários do SAAe de Barra Mansa, ao nosso amigo Bosco, escritor e adestrador, e a todos que compareceram por lá e se deliciaram com nossas tortas e cachorros quentes. Em agosto tem mais!!!



Escrito por planetadosanimais às 16h44
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O USO DE CEROL NAS LINHAS DE PIPAS É CRIME

 

 

 Por Renata de Freitas Martins

Jurídico Associação Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos

Meses de férias e com ventos fortes: eis o panorama propício para vermos disseminadas pelos céus de todo o país as coloridas pipas (papagaios, quadrados, pandorgas ou como preferirem!).

Falando-se dessa maneira até tenho uma tendência à nostalgia, lembrando-me quando crianças eram inocentes e se divertiam com esse colorido nos céus, andavam descalças e respeitavam os adultos. Mas deixando de lado o romantismo de outrora, hoje em dia sabemos que empinar pipa não é mais uma brincadeira de criança.

Atualmente a “graça” tem sido em se realizar disputas entre pipas, devendo um derrubar a pipa do outro, tudo isso seguido de muita correria, palavrões e instinto de competição não sadia. Para tanto, utilizam-se de cerol nas linhas dessas pipas. Mas o que é este tal de cerol?

Cerol é uma mistura de pó de vidro (vidro triturado) com cola de madeira que é passada na linha das pipas para que se tornem cortantes. Atualmente também temos ouvido falar de alguns que têm substituído o pó de vidro por pó de ferro.

Essa “brincadeira” pode ser extremamente perigosa, pois quando a linha está esticada, dificilmente tem-se visão da mesma e, ao passar em velocidade ou não por ela, funcionará como uma perfeita guilhotina. Exagero? Com certeza não. Já são inúmeros os casos de óbitos de motoqueiros, ciclistas e transeuntes que foram simplesmente degolados ao terem a linha enroscada em seus pescoços. Isso sem citar os casos de inúmeras outras lesões.

Mas o que uma associação de proteção aos animais tem a ver com esse problema?

Muito! Aqui no Rancho dos Gnomos não são poucos os casos de animais recebidos também vitimados pelo cerol. São normalmente aves, com asas e dedos decepados.

Pois bem, tendo-se em vista todo esse perigo, como poderemos enquadrar a utilização de cerol em nossa legislação?

Entendemos que a utilização de cerol trata-se de crime. Vejamos.

Como já relatado, o cerol é capaz de provocar cortes profundos que poderão inclusive levar animais humanos e não humanos a óbito. Assim, fácil de se concluir que se trata de uma substância perfuro-cortante e, portanto, podendo-se muito bem ter seu enquadramento como uma arma branca.

Porém, essa simples definição de cerol como arma branca atualmente não nos leva a nenhum tipo penal específico, já que o atual estatuto do desarmamento simplesmente é omisso em relação a este tipo de arma, portanto, a seguir fazemos a previsão de alguns tipos penais que a utilização de cerol poderá levar, segundo o Código Penal pátrio:

 

 

ð Perigo para a vida ou saúde de outrem - art. 132, com pena de detenção de 3 meses a 1 ano se o fato não constituir crime mais grave, conforme os que exporemos a seguir.

Entendemos que o ato de se empinar pipa com cerol em sua linha já seja totalmente tipificado por este artigo, tendo-se em vista que vidas estarão colocadas em perigo por esta ação.

Também entendemos que o fato de se vender o cerol também possa ser tipificado neste artigo já que, quem vende, sabe qual sua utilidade, sendo de conhecimento geral o perigo à vida que tal “produto” poderá ocasionar, portanto, sendo complacente com esse risco.

 

ð Danoart. 163

A utilização do cerol não apenas coloca vidas em risco, como também é potencial causadora de danos a bens, sejam eles pessoais (motos, capacetes, bicicletas, carros etc.), ou públicos (especialmente danos à rede elétrica).

No caso de danos a bens particulares, a pena será de detenção de 1 a 6 meses ou multa.

Já no caso de danos cometidos contra patrimônio da União, Estado, Município, empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista a pena será de detenção de 6 meses a 3 anos e multa, além da pena correspondente à violência (art. 163, § único, III). Segundo alguns dados levantados, é altíssimo o número de ocorrências em fios elétricos por conta das linhas com cerol.

A tipificação em ambas situações deve ser incitada, pois entendemos que, por vezes, quando falamos em penas pecuniárias, por vezes temos resultados beneficamente educativos (resultados do capitalismo!).

 

ð Lesão corporalart. 129

Quando a utilização de cerol deixar de ser apenas uma ameaça à vida ou saúde, ou ainda deixar de causar estrago a bens, mas sim fazê-lo a pessoas, teremos tipificado o crime de lesão corporal, o qual, em praticamente 100% dos casos será na modalidade grave.

Caso a citada lesão corporal resulte perigo à vida, debilidade permanente de membro, sentido ou função ou ainda cause incapacidade para as ocupações habituais por mais de 30 dias, a pena a ser aplicada será de reclusão de 1 a 5 anos (art. 129, § 1º).

Já se da lesão ocasionada resultar incapacidade permanente para o trabalho, perda ou inutilização de membro, sentido ou função ou ainda deformidade permanente, a pena será de 2 a 8 anos de reclusão.

 

ð Homicídioart. 121

Finalmente, no caso de ocorrência de óbito ocasionado pelo cerol, aquele que o utilizou e acabou ocasionando o fato deverá ser processado pelo crime de homicídio culposo, com pena de detenção de 1 a 3 anos (art. 121, § 3º).

Além de toda a tipificação penal que expusemos, devemos citar ainda que alguns Estados e Municípios promulgaram leis locais proibindo-se a venda e/ou utilização do cerol.

 

Este o caso do Estado de São Paulo que, atualmente possui duas leis sobre o assunto em vigor, e não tendo uma delas revogado a outra, pois ambas completam-se. Tratam-se da Lei 12.192/2006, a qual proíbe o uso de cerol ou de qualquer produto semelhante que possa ser aplicado em linhas de papagaios ou pipas e a Lei 10.017/98, que proíbe a fabricação e a comercialização de mistura de cola e vidro moído, usada nas linhas para pipas.

Finalmente, de se citar especificamente em relação aos animais, que, no caso de ferimento ou mutilação de animal por conta da utilização de cerol, haverá a tipificação de crime ambiental, com pena de detenção de 3 meses a um ano e multa, sendo ainda agravada de um sexto a um terço caso o animal venha a óbito (art. 32, lei 9.605/98).

Por todo o exposto, é notório que há tipificação legal para toda e qualquer conduta relacionada à utilização de cerol em linhas de pipas, e, portanto, damos nosso incentivo para todo e qualquer trabalho educacional que previna tal prática, além de, ser de suma importância que não haja omissão do poder público, especialmente por meio de seus “braços” dotados do poder de polícia, para a fiscalização, repressão e encaminhamento de todo e qualquer caso em que a utilização de cerol seja observada.

Por aqui estamos fazendo nossa parte, abordando o assunto em todos os trabalhos educacionais realizados.

Além disso, nesse momento passamos a apoiar a campanha CEROL NÃO, a qual tomamos conhecimento e achamos realmente louvável.

 Maiores informações e muitas notícias sobre o assunto poderão ser acessadas em www.cerol.com.br

  É também nosso dever como cidadãos, o de informar a população, aos pais, de educar nossos filhos, e principalmente fiscalizar.

 



Escrito por planetadosanimais às 17h32
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Chegaram as férias! Vai viajar? Como ficam os animais de estimação?

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Com a chegada do período de férias, uma dúvida que passa pela cabeça de muita gente é como proceder com os animais de estimação. Se a sua intenção é deixá-lo com alguém, escolha uma pessoa que já tenha contato com o animal e que tenha comprometimento com ele. É importante que a água seja trocada todos os dias, que o local onde ele fique seja limpo todos os dias, e que o passeio seja feito de acordo com o hábito dele. Para aqueles que não têm um bom amigo, parente ou vizinho para cuidar dos bichinhos, uma boa solução é deixá-los em um hotel especializado para pets. Os hotéis para animais precisam ser limpos, seguros e confortáveis. Por isso, visite com antecedência e procure conhecer bem o estabelecimento.
Mas, caso você não consiga ficar longe do seu amigo, levá-lo junto também pode ser uma opção.
Em uma viagem de carro, não deixe o animal solto, pois além de estressá-lo isto pode ser perigoso. O ideal é colocá-lo em cadeira ou caixa própria para o transporte de animais. Proteja a caixa com o cinto de segurança. Se a viagem for longa, para a cada uma hora para que ele faça suas necessidades e caminhe um pouco, sempre com uso da coleira para ele não fugir ou se perder.
É importante ter cuidados referentes aos locais onde a família passará as férias. É preciso sempre ter o animal à vista, pois como estão em locais desconhecidos, eles podem se perder com facilidade, por isso a identificação na coleira é sempre muito importante. Também devem ser protegidos do sol e do forte calor, além de serem bem hidratados e alimentados.
De qualquer forma, seja deixando-os em casa, num hotel ou levando-os com você, é bom consultar um veterinário antes de viajar para pôr a vacinação em dia, aplicar remédios contra vermes, pulgas, mosquitos e carrapatos.



Escrito por planetadosanimais às 14h15
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Câmara aprova fim do teste com animais para produtos cosméticos

Pesquisa com substâncias 'novas' poderá ser feita por mais 5 anos.
Proposta segue para votação no Senado antes de ir à sanção presidencial.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira 4 de junho de 2014, projeto de lei que proíbe o uso de animais em testes para desenvolver produtos de uso cosmético, como maquiagem e cremes de combate ao envelhecimento. O texto agora segue para votação no Senado antes de ir à sanção presidencial.

"É vedada a utilização de animais e qualquer espécie em atividades de ensino, pesquisas e testes laboratoriais com substâncias que visem o desenvolvimento de produtos de uso cosmético em seres humanos", diz a proposta, de autoria do deputado Ricardo Izar (PSD-SP).

O texto prevê uma espécie de "carência" de cinco anos para que os laboratórios instalados no país possam usar animais para testar substâncias "novas", sem reação conhecida nos seres humanos.

A proposta passou a ser discutida e elaborada no final do ano passado, depois que ativistas invadiram a sede do Instituto Royal, em São Roque (SP), e levaram 178 cães da raça Beagle e sete coelhos usados em pesquisas de cosméticos.

Pelo texto, será "vedada a reutilização do mesmo animal depois de alcançado o objetivo principal do projeto de pesquisa". O projeto prevê ainda que "vários procedimentos traumáticos" poderão ser empregados no mesmo bicho, somente se forem executados durante a vigência de um único anestésico. É exigido ainda que o animal seja sacrificado antes de recobrar a consciência.

A proposta proíbe ainda o uso de bloqueadores neuromusculares ou relaxantes musculares em substituição a substâncias sedativas, analgésicas ou anestésicas. O objetivo é garantir que os animais não sintam dor durante os procedimentos de pesquisa.

Multas
O projeto também aumenta as penalidades para quem transgredir as normas relativas ao uso de animais. A multa para instituições que violarem as regras passa a variar de R$ 50 mil a R$ 500 mil. A legislação anterior previa penalidade máxima de R$ 20 mil.

Já as pessoas que usarem animais de forma indevida para testes e pesquisas terão que pagar multa que varia de R$ 1 mil a R$ 50 mil. A legislação atual previa multa máxima de R$ 5 mil.

Brechas
ONGs de proteção animal que integram a campanha Liberte-se da Crueldade comemoraram a aprovação do PL, mas defendem emendas no texto para evitar brechas. Um dos trechos apontados é o que proíbe uso de animais para produtos cosméticos finais, mas não inclui “ingredientes com efeitos desconhecidos”.

Segundo a frente, a venda de novos produtos testados em animais não fica proibida, o que significa que empresas ainda poderão produzir cosméticos testados em animais no exterior e vendê-los no Brasil.

“O Brasil está se equiparando aos padrões das proibições já existentes em diversos países – como Noruega, Israel, Índia e os países membros da União Europeia – ao caminhar para a proibição dessas práticas”, afirmou Antoniana Ottoni, assessora legislativa da Liberte-se da Crueldade.

“No entanto, existem algumas brechas na formulação do projeto de lei que devem ser eliminadas. Estamos comprometidos a continuar pressionando pela eliminação completa de práticas cruéis na indústria de cosméticos no Brasil”, complementou.

A campanha Liberte-se da Crueldade é liderada pela Humane Society International e apoiada pela Pro-Anima, ARCA Brasil e pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (FNPDA) no Brasil.



Escrito por planetadosanimais às 08h59
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